Brasil

Cléo EustáquioAbril 20, 2018
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O Brasil desta geração se deixou contaminar pelo novo mundo bárbaro. Como na Europa, os seus valores mais caros e tradicionais foram destroçados. Desde os anos 60 vimos perdendo a tradição da educação que vinha do berço, do lar, e a escola complementava com iguais princípios de ética, honra, honestidade, civismo, pudor, fé católica e seriedade.

Naquela década e desde o século VIII, cada família, analfabeta ou letrada, transmitia aos filhos o tripé dos costumes, cultura e civilidade, através da moral e fé católica. Hoje, bunda e peito viraram roupa, pernas têm de ser mostradas mesmo tendo mais celulite que saúde, na metade dos lares falta um dos cônjuges, e a maioria dos filhos prefere cuidar mais do corpo que da sua mente, quiçá da alma. As profissões são buscadas pela renda e a vocação virou palavrão, porr e caralh parecem vírgulas, cabem em cada fôlego, em toda frase,  nos bares e nos lares, jovens e adultos as vomitam mesmo cercados de crianças, mães e avós. Quanta baixeza!

Não se trata de saudosismo de quem tem saudade de ouvir o Ye-ye-ye. Trata-se de saudosos tempos de costumes, onde a esposa era patrimônio moral, mãe dedicada em tempo real, o seu esposo era seu… toda criança inocente, adolescentes e jovens o futuro, criança  esperança, não caça níquel para Tv ou subsídio de abrigo que jamais substituirá o lar e os pais.

Bandidos eram raros acidentes imediatamente reprimidos, corrigidos ou encarcerados. Meninas de mãos dadas, quanta amizade. Meninos abraçados, amigos de verdade. Hoje, tudo isso e até mesmo o basicão: homem e mulher, oh!… que saudade! A  Civilização com C maiúsculo, que a Igreja construíra na Europa, nos trouxe e a todos inspirou e converteu, ruiu, esvaiu-se.

Agora, o Ocidente é um transatlântico maluco, barulhento, sem rumo certo e sorriso só se solta com um gole, um trago ou um cheiro. E seja nas ruas, shoppings, igrejas, hoteis e hospitais, o mundo é um hospício, não há canto nem campo pra se desligar, celebrar, refletir ou relaxar.

Cada cidade é uma Sodoma de orgias e cada Estado uma Gomorra de estresses. O bandido tem armas à vontade e o povo medo que lhe obriga a gastar horrores com cachorros, cercas elétricas e  câmeras pra viver escondido em casas de muros tão altos quanto os presídios. A tensão é regra coletiva a ricos e pobres, macho, fêmea ou outras espécies que a loucura do ateísmo inventa, procria e enfia mídia abaixo. Quem conhece a história verdadeira (não a desgraçada narrativa!), sabe que vivemos hoje nos tempos da barbárie, esperando a chegada do ano 2018 AC, não DC, afinal,  o ladrão que ontem foi na casa do vizinho amanhã certamente entrará na sua, porque o Brasil solidário virou esse país violento, inseguro, inóspito, desagregado, barulhento, alcoolizado e drogado, sem saúde em tempo real e escolas de resultado imoral.

A competição comercial/profissional voltou à Lei de Talião – olho por olho e dente por dente. Isso em plena era virtual. Nossos líderes – da Patagônia ao Alaska – mudam de siglas partidárias como de cuecas, quase todos vermes porque autores e tutores desse doentio sistema que, à direita é sanguessuga de todos e de tudo, e à esquerda, um caruncho desalmado que tudo corrói, da mente ao coração, da cultura à paz , da alma à salvação.

País riquíssimo pelo que Deus nele criou, mas quanto aos valores morais a sua elite fez piorar. Começando pela grande imprensa que antes informava e agora virou prensa que deforma toda notícia, qualquer gestão e toda verdade. Transforma notícia em publicidade e estas repetem até virar, para a maioria ignara, verdades. E, mais dramático, escancarado e imexível, na TV Globo, veículo que se tornou, desgraçadamente, a sala de aula nacional, cenas de publicidade e novelas capazes de corar o autor do Kama Sutra. Esse é o lucro de se ver quase toda Tv grátis no país apaixonado pelo emburrecimento, embrutecimento e depravação moral de eu povo culturalmente avesso à leitura. De noite? Não! Depois das 22hs? Kkkkk… Em plena hora do almoço, em frente às crianças, estuprando livremente as suas consciências e deformando a pureza de seu caráter. Numa típica evolução dos evolucionistas, sequer importa aos governos socialistas de FHC a Temer e à TV dos bilionários irmãos Marinhos, o sexo dos ´ídolos´ que encenam essas monstruosidades contra nossas crianças e adolescentes. Aliás, pelo espiritismo ardorosamente difundido pela TV Globo, parece que lá os autores, diretores e até atores não nasceram, vieram reencarnados(sic) de Sodoma e Gomorra.

A história e a ciência mostram que a promiscuidade destrói a autoridade moral dos líderes, pais e governantes. Daí ser natural o Brasil estar entre os países líderes em número de assassinatos, roubos, estupro, presidiários – sendo 30% jovens! – acidentes e mortes no trânsito, monstruosas dívidas, justiça lerda e esnobe, políticos mal caráter, divórcios, gravidez precoce e jovens drogados.

Será verdade que um país com estas estatísticas tem 90% de cristãos?… Não seria 90% de pagãos?! Porque ser cristão é, no mínimo, VIVER o Evangelho tendo certeza que não se está salvo, JAMAIS gritar como se Deus fosse surdo, e NUNCA ser desonesto com o próximo, seja em casa, no trabalho, na escola ou nos negócios. Sim, apenas essas 3 premissas básicas já nos reconstituiria a família civilizada, feliz e fraterna que fomos e desfiguraram.

Mas enquanto isso não acontece, esse sistema demoníaco quer mais! Depois de fazer do funk esporte sexual juvenil e multiplicar o homossexualismo por todos os meios possíveis, das escolas ao Congresso Nacional, da juventude aos executivos, do sertão à Avenida Paulista, do teatro mambembe ao Projac da rede globo, acabamos vivenciando esta degradação moral geral da nação, que fez um bolo de novos e azedos costumes,  e a cereja é vermelhinha e o nome, uma deturpação do seu sentido original e real –  “gênero” – como tudo que é criado por eles e difundido pela tal “narrativa”.

Sim, dia e noite esse trio de corjas que têm o país como feudo particular – a grande mídia ativa, toda autoridade passiva e o mega empresariado fiel ao deus Mamon – dedica-se a financiar, promover e enfiar mente abaixo a expressão (gênero) na literatura, mídia e escolas. O efeito, tão danoso quanto devastador, gera um resultado gravíssimo e marcante na atual  geração da juventude nacional/ocidental. Filha do comunismo, ideologia mater cujo pai é nada menos que o próprio diabo (pois ser contra Deus, a família e a propriedade não tem outra origem!), destruiu o Brasil cristão, ético e solidário, levando-nos a sofrer e viver como metade do mundo e como mais uma nação infelizmente a caminho do paganismo.

SuperELeitor nasce pelo ideal saudoso e essencial da reconstrução dos velhos e sagrados valores do povo brasileiro. E, claro, consciente de começarmos menores que um grão de areia. Mas isso não desanima. Importa-nos apenas que  esta pequena tribo  aqui reunida não seja de covardes nem safados como quem nos legou tão draconiano resultado cultural, cívico e moral, incluindo num só pacote os líderes vesgos que nos atraíram em plena juventude, sejam nossos familiares, amigos ou colegas de trabalho, mídia, governos e parlamentos de todas as épocas.

Um Movimento simples mas fecundo, contamos com sua participação. E com muitos brasileiros sensatos e de fibra, fé em Deus e amor à Pátria, nosso ânimo há de ser eternamente jovem e nossa união eterna. Assim seja!


Cléo EustáquioAbril 16, 2018
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O Brasil ainda está tendo de lidar com os resultados de ações hostis empreendidas durante a Guerra Fria (1945-1989, aproximadamente), quando a União Soviética e seus satélites usaram nosso território e muitos outros como campo de uma guerrinha por procuração contra os Estados Unidos. Guerrinha esta que os russos perderam tão bem perdida que a União Soviética acabou, e os países por ela escravizados desde que os EUA os entregaram a Stalin, ao fim da Segunda Guerra, foram finalmente libertados. Mesmo assim, os agentes comunistas infiltrados no Brasil propuseram-se a reganhar na América Latina o que haviam perdido na Europa Oriental. É o que gerou o Foro de São Paulo, organização subversiva que une os partidos de extrema-esquerda latino-americanos, tanto os legítimos quanto os dedicados à guerrilha e ao narcotráfico.

Em outras palavras: sobrou para nós, latino-americanos, a raspa do tacho do mais negro tipo de ditadura genocida que já assombrou a humanidade. Conseguimos, aos 47 minutos do segundo tempo, nos livrar da “representanta” do Foro de São Paulo e de seu chefe barbudo, ora a caminho lento (porém aparentemente certo) da cadeia, que é seu lugar. Nossas instituições, contudo, estão ainda dominadas pelos infiltrados da Guerra Fria, e urge um processo de descomunização, semelhante em muito ao de desnazificação efetuado pelos ocupantes americanos na Alemanha do pós-guerra.

Nas nossas escolas, as pobres crianças não têm ainda direito a estudar História, Filosofia, Sociologia ou Geografia, com o programa destas matérias tendo sido substituído pela mais porca e rasa pregação marxista. As universidades públicas, aos magotes, vêm oferecendo “cadeiras” de interpretação comunista do impeachment da Incompetenta, com o único objetivo de criar e manter uma falsa realidade que permita à extrema-esquerda continuar a fazer-se de coitadinha e de injustiçada quando, na verdade, ela é o bandido a manter um revólver na boca do refém que é o Brasil.

A própria Igreja no Brasil sofre com a infiltração comunista, que domina ainda completamente vários órgãos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, um órgão consultivo que não faz parte da hierarquia sacra, mas deveria a esta servir. É da Pastoral da Terra, por exemplo, que surgiu o MST, e é lá que ele se esconde nas raras ocasiões em que o Estado tem a decência de agir contra ele. Dom Fernando Rifan, bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianney, herdeiro de dom Antônio de Castro Mayer e dos padres de Campos, colocou-se esta semana na vanguarda da luta contra esta infiltração. Desejamos-lhe sucesso, e oferecemos-lhe nosso auxílio e nossas orações.

A imprensa brasileira, com raríssimas exceções dentre as quais brilha mais alto esta Gazeta do Povo, opera como porta-voz e megafone da extrema-esquerda. Sua missão primeira é sistematicamente confundir as notícias com interpretações facciosas; é o que é feito, por exemplo, ao fazer questão de colocar no mesmo saco a ação policial e a criminal. Falar apenas de “violência” quando o problema é a criminalidade possibilita que, quando a população reclame com razão dos altíssimos níveis desta (60 mil homicídios por ano?!), a imprensa possa transformar a reclamação numa acusação à polícia, e assim fazer avançar a agenda jurássica dos filhos de Lenin. Até mesmo a ficção vomitada pelas televisões brasileiras preocupa-se menos com a distração e mais com a missão “quanto-pior-melhor” que lhe foi dada pela extrema-esquerda: atacar a família, incentivar ao máximo o desenfrear da libido e das mais horrendas perversões, demonizar o agronegócio, endeusar a maconha etc.

O próprio Executivo brasileiro está ainda, no grosso de sua ação, nas mãos da extrema-esquerda. Um movimento guerrilheiro como o MST, por exemplo, não poderia ser tolerado em nenhum país; mas aqui há vastas parcelas do território nacional em poder deles e de outras gangues narcocomunistas. Ai do governante, contudo, que tente encostar um dedo naquela súcia de elementos antissociais armados até os dentes! Do mesmo modo, é prontamente abafada, castrada e manietada qualquer ação pouquinha coisa menos simbólica contra as gangues de traficantes – originadas, não nos esqueçamos, no contubérnio incestuoso entre terroristas de extrema-esquerda e criminosos comuns na cadeia da Ilha Grande durante os governos militares, como fartamente comprovado por testemunhos de terroristas, criminosos comuns e carcereiros.

O Judiciário brasileiro, do mesmo modo, vivendo a fantasia de que podem ser transpostas para a nossa situação as justas críticas que a esquerda norte-americana faz ao sistema judiciário dos EUA, também trabalha contra. Tanto a ação discricionária de grande parcela dos juízes e promotores quanto a legislação processual penal garantem que o caos que tanto ambicionam as extremas-esquerdas não possa ser desfeito facilmente, e seja ainda aumentado por quem deveria contê-lo. As instâncias mais altas, então, tornaram-se sob muitos aspectos linhas de montagem de soltura de bandidos.

A “Constituição Cidadã”, verdadeiro cinto de chumbo amarrado nas pernas do Brasil, é outra herança macabra da Guerra Fria. Ela é simplesmente uma negação sistemática do que fora feito nos governos militares e incomodara a extrema-esquerda, sem estrutura positiva própria. Uma Carta Magna “do contra”, ejaculada delirantemente por uma Constituinte maravilhada com seus próprios poderes e incapaz de perceber que o papel aceita tudo, mas a realidade é muito mais restritiva. Forçando uma mistura malsã de parlamentarismo e presidencialismo de coalizão, dedicando-se a detalhes tão absurdamente irrelevantes que não deveriam nem sequer ser objeto de regra administrativa, que dirá de definição constitucional, ela também ajuda a engessar o Brasil e a dificultar o processo de descomunização.

Ora, a situação é crítica. Não há mais nem tempo nem capacidade efetiva de ação, e a cada dia que passa a situação se torna mais crítica e as convulsões sociais crescem de monta. O país já é ingovernável por meios legais, e não há no horizonte alternativa válida. O território brasileiro, de há muito, não é mais controlado pelas forças da ordem. As forças que deveriam garantir a retidão e abertura do campo de exercício da cidadania – imprensa, academia, Igreja, Forças Armadas, os três poderes… – estão em grande medida manietadas pelo inimigo, quando não abertamente dominadas por ele.

Urge um processo de descomunização. Bandeiras vermelhas, foices e martelos, satânicas estrelas de cinco pontas da cor do enxofre, tudo isso deveria ser varrido do Brasil. A imprensa deveria ser limpa e as escolas, libertadas, como a Alemanha se livrou da onipresença nazista no pós-guerra. Já é, na verdade, repito, tarde demais para que isso possa ser feito de modo tranquilo e pacífico. Sérias convulsões sociais estão já em curso, como qualquer vítima do MST, do PCC ou do CV pode testemunhar. Mas enquanto não houver um esforço social conjunto, uma busca aberta de libertação do grande refém que é o Brasil com suas instituições básicas, enquanto os herdeiros de Mao, Trotsky e Stálin não forem tratados como se trata (com razão) os herdeiros de Hitler, o Brasil não tem como crescer nem oferecer a seus filhos um ambiente saudável para viver e trabalhar.

Isso deveria ter sido feito décadas atrás. A curva na direção errada foi dada ao permitir, por exemplo, os desmandos e exercícios deliberados de destruição da ordem social encetados por Brizola no Rio de Janeiro, vitrine do Brasil. Mas quanto mais demorarmos para assumir abertamente a necessidade de descomunizar nossas instituições, mais ainda depois de já termos dado o primeiro passo ao arrancar do pescoço do país os dentes do PT, mais vidas serão perdidas em vão, mais destruição acontecerá, mais irmãos se verão na mira da arma de irmãos. Pela paz, precisamos agir. Pela pátria, precisamos libertar o Brasil. Descomunizemo-lo, o quanto antes. Esperar é tornar a missão ainda mais difícil e mais dolorosa.



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